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PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS CÃES
set 14th, 2018 by Magdalves

As pessoas em situação de rua são frágeis, em especial se analisarmos suas relações afetivas e familiares. Os motivos que fizeram com que chegasse a essa situação, no geral, causam uma perda de autoestima e levam à desconfiança de tudo e de todos.

Se ficam sozinhos, ficam fáceis de serem atacados e o medo e a busca de segurança os leva a um comportamento de bandos.

Os bandos, geralmente, são formados por pessoas de todos os tipos e, ao mesmo tempo em que há aqueles em quem se pode confiar, há outros que exijam que fiquemos de olhos bem abertos.

Ele é meu irmão, ouvimos algumas vezes, e esta irmandade é explicada: não nascemos do mesmo pai, nem da mesma mãe, mas a gente passou fome e sede juntos, apanhou da polícia junto, passou frio junto e isso constrói uma relação que é para sempre.

Mesmo tendo estes “irmãos”, as pessoas em situação de rua carecem de onde colocar seu afeto e seu carinho. E é aí que começam a cuidar de animais que encontraram perdidos nas ruas da cidade.

O texto integral você encontra em   http://mmaconsultoria.com/?page_id=3081&preview=true

25 ANOS DE COMBATE À FOME: AÇÃO DA CIDADANIA PRESENTE
set 6th, 2018 by Magdalves

permanente a alimentos de qualidade , em quantidade, suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais,   tendo   como   base práticas   alimentares promotoras de saúde que respeitem a diversidade cultural e que  sejam  ambiental,  cultural,  econômica  e  socialmente sustentáveis” (2ª CNSANS, Olinda, 2004)[1]

 

 

Nascida do Movimento pela Ética na Política, há 25 anos, a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida colocou no cotidiano de mais de 70% da população de nosso país a reflexão sobre a fome que assolava 32 milhões de brasileiros.

Coleta e distribuição de alimentos, construção de alternativas de trabalho e renda e Reforma Agrária eram o tripé que dava suporte a essa luta contra a qual ninguém se atrevia a se manifestar.

Se a superação do problema exigia medidas estruturais como reforma agrária com geração de empregos e ampliação dos postos de emprego, as ações assistenciais como a distribuição de alimentos permitiriam “que as pessoas continuassem vivas para esperar por tudo isso”, como dizia Betinho.

Todos os que atuaram no dia-a-dia desta luta que se iniciou em 1993, sem data para terminar, sem dúvida, festejaram a aprovação – no Senado Federal – em 22 de setembro de 2007, na Comissão da Câmara Federal – da PEC que insere o Direito à Alimentação na Constituição Brasileira, como artigo 6º. Fato inédito no Parlamento brasileiro, esta PEC foi aprovada por unanimidade, sem contestações.

Todos os que participaram desta luta comemoraram o novo direito esculpido na Constituição acreditando que ele seria cumprido, afinal nosso slogan era Fome, não dá pra esquecer.

Como está isso, 25 anos depois? Uma reflexão a esse respeito você encontra em  : http://mmaconsultoria.com/?page_id=3093&preview=true

[1] Este conceito amplia o conceito construído na 1ª  Conferencia Nacional, ocorrida em 1995:

“No Brasil haverá Segurança Alimentar quando todos os brasileiros tiverem, permanentemente, acesso em quantidade e qualidade aos alimentos requeridos e às condições de vida e de saúde necessárias para a saudável reprodução do organismo humano e para uma existência digna.”

 

DEMOCRACIA, ELEIÇÕES E POPULAÇÃO DE RUA
ago 31st, 2018 by Magdalves

Enganam-se aqueles que pensam que pessoas em situação de rua não tem interesses quando dos pleitos eleitorais. Eles discutem as propostas dos candidatos, posicionam-se e votam de acordo com isso. Sim, meus senhores, a maioria da população de rua é eleitora e tem seus títulos regularizados.

Se você quiser conhecer as demandas que eles apontam, veja o texto integral que você encontra em: http://mmaconsultoria.com/?page_id=3075&preview=true

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