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jul 27th, 2017 by Magdalves

Realizamos trabalhos diversos em apoio a Prefeituras e ONGs que atuam no Social.

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jul 24th, 2017 by Magdalves

O IV CONGRESSO NACIONAL DA POPULAÇÃO DE RUA COMO FERRAMENTA DE FORTALECIMENTO DA LUTA
maio 31st, 2018 by Magdalves

Faz apenas dois dias que terminou o IV Congresso Nacional da População de Rua. Foram dias intensos e de uma riqueza sem par e, sem dúvida, é mais um tijolo na construção deste Sujeito Social que era impensável décadas atrás.

Parodiando Paulo Freire, quero afirmar que a autonomia é uma conquista, e não uma doação, e alcança-la e mantê-la implica numa busca permanente[1]. Esta busca permanente é ato responsável de quem a faz. Ninguém alcança a autonomia a partir da luta do outro, e ninguém constrói espaços onde esta autonomia é possível sozinho. A autonomia é algo que se constrói coletivamente: as pessoas com trajetória de rua estão alcançando a autonomia porque lutaram por ela, porque construíram modos de vida que tornaram isto possível.

No IV Congresso, ocorrido em Cidreira, no Rio Grande do Sul, entre os dias 22 e 25 de maio de 2018, várias temáticas foram abordadas e bandeiras de luta construídas a muitas mãos.

Um aspecto que me chamou a atenção foi a clareza da Coordenação Nacional do MNPR em buscar garantir um espaço de decisões privativo dos seus membros, ou seja, daquelas pessoas que trazem em suas histórias uma vivência em situação de rua.

Eu, como várias outras pessoas, comparecemos ao IV Congresso no papel de apoiadores e abrimos uma discussão que vai se estender até o próximo Congresso sobre a diferença em se ser apoio ou militante.

Qual a motivação que nos mantém próximos desta luta? Somos profissionais vinculados à Universidade, a trabalhos técnicos realizados no âmbito dos programas de governo, estamos em ONGs: o que isto significa?

No meu entendimento, temos uma capacidade técnica que deve ser colocada a disposição do MNPR, cuidando sempre com muita atenção para não invadir os espaços de decisão, ainda que entendamos que os caminhos pudessem ser outros.

Esta reflexão está apenas começando e deve dar panos à manga. Aguardemos os desdobramentos.

 

O texto integral você encontra em     http://mmaconsultoria.com/?page_id=3043&preview=true

 

[1] “A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige permanente busca. Busca permanente que só existe no ato responsável de quem a faz. Ninguém tem liberdade para ser livre: pelo contrário, luta por ela precisamente porque não a tem. Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, as pessoas se libertam em comunhão.”

 

VIOLÊNCIA E POPRUA
maio 14th, 2018 by Magdalves

 

Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. (Bertold Brecht)

 

A violência não é um fenômeno novo na sociedade. Desde que o mundo é mundo, o viver foi um viver violento.

Nos primeiros tempos da humanidade, o ser humano se utilizava da violência  como ato necessário à sua autopreservação. Os primeiros instrumentos construídos pelo Homem foram instrumentos de ataque e defesa. Era a lei do mais forte, considerando-se apenas a força física.

Todos os animais, e o ser humano entre eles, trazem consigo um impulso agressivo que utiliza no seu posicionamento em situações que considera adversas.

E A POPULAÇÃO DE RUA NISSO?

Estar em situação de rua é viver num mundo de exclusões sucessivas. Eu sempre repito que a identidade das pessoas em situação de rua se constrói a partir de perdas:

Expulso da terra – onde tinha não apenas seu abrigo mas seu meio de sustento, este homem ou esta mulher saiu pelo mundo em busca de um novo lugar.

Espoliado em seus direitos – chegando em qualquer lugar, foi considerado desqualificada para aquele modo de vida e teve seu direito de morar e trabalhar negado, passando a viver abandonado e amargurado.

Excluído da sociedade – as portas se fecham ainda mais e além de colocar sobre seus ombros o peso deste processo, as pessoas passam a considerar que foi uma escolha dele viver desse jeito: vagabundo que não quer trabalhar, pessoa mal acostumada que não aceita as regras da sociedade, um pária.

Vamos refletir sobre isso? Veja: http://mmaconsultoria.com/?page_id=3034&preview=true

O COTIDIANO DA LUTA POR TRABALHO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA
abr 28th, 2018 by Magdalves

Sendo assistente social, e estando permanentemente envolvida na construção de políticas sociais, esta minha reflexão me coloca algumas questões.

O que é necessário para agir na abordagem destas mulheres? Como construir formas concretas de ação, sempre reconhecendo o papel destes homens/mulheres na construção de alternativas viáveis?.

Uma reflexão a respeito você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=3026&preview=true

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