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jul 27th, 2017 by Magdalves

Realizamos trabalhos diversos em apoio a Prefeituras e ONGs que atuam no Social.

Contato:  Maria Magdalena Alves

Email: magdalves@mmaconsutoria.com

Fones:  [11] 3313-1758   Whatsapp:  [11]  996117633

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jul 24th, 2017 by Magdalves

IDOSOS EM SITUAÇÃO DE RUA
nov 16th, 2018 by Magdalves

Estudos realizados em diversos países apontam que as populações estão envelhecendo. O número de idosos cresce mais depressa do que o número de crianças nascendo. A consequência disso é uma exigência de mudança na estrutura de gastos governamentais, em especial no que se refere à saúde, assistência social e ações de cultura, esporte e lazer.

Podemos analisar a velhice a partir de três prismas: cronologicamente, temos um aspecto meramente formal onde se define um patamar que define se aquela pessoa é idosa ou não, independente de suas características pessoais e sociais.

Burocraticamente, ser velho significa ter direito a benefícios como a aposentadoria por idade e passes livres em ônibus urbanos e interestaduais.

Psicologicamente temos uma leitura que é mais subjetiva e complexa. A pessoa se sente velha independente de idade. Isto pode ocorrer em virtude da situação de saúde que é diferente para cada idoso ou do tipo de vida que esta pessoa tem e que pode ter uma interferência quando se vê a braços com os limites que seu corpo impõe.

Considera-se que, a partir dos 60 anos, a pessoa passa a viver uma idade de reflexão de vida. Espera-se que se sinta desobrigada por considerar que seu dever já foi cumprido, suas metas e objetivos alcançados.

IDOSOS EM SITUAÇÃO DE RUA NO BRASIL

Um desafio no trato com a velhice é relativo à questão trabalho.  Além de garantir a sobrevivência, o trabalho traz em si uma valorização das pessoas ao inserí-las numa identidade profissional.

No mundo capitalista onde vivemos, esta identidade profissional é muito valorizada e as pessoas são mais vinculadas pelo trabalho que fazem do que por suas características individuais.

Quando esta pessoa deixa de ser um trabalhador ativo, ele passa a se sentir culpado por sua condição; se chega à situação de rua, aceita ser discriminado e estigmatizado e isso pode ser um passo em direção á depressão.

Você já parou para pensar o seu papel junto a idosos em situação de rua? Veja uma reflexão a respeito em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=3105&preview=true

O BRINCAR E AS CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE RUA
out 29th, 2018 by Magdalves

Brincar é um agir sem compromisso, é nos deixarmos levar pela nossa vontade e pelo nosso prazer. Muitos animais brincam, mas para o ser humano este brincar é parte de seu desenvolvimento.

No nosso imaginário, o brincar está vinculado à infância. Quando se propõe a um grupo de adultos que deixe a sisudez de lado e se permita brincar, ele se vê retornando à infância e este retorno, na maioria das vezes, é prazeroso.

Lembro-me de uma loja de brinquedos, em São Paulo que usava como slogan “brincadeira tem hora, que tal, agora?” No meu entendimento, é isso mesmo, devemos nos permitir deixar a sisudez de lado e nos permitirmos agir com leveza e nos divertirmos como se fossemos crianças a brincar.

Para as crianças, no entanto, brincar é coisa séria. Eles envolvem neste brincar todo o seu modo de ser, e deixam-se envolver naquele mundo de faz de conta que é a brincadeira.  Segundo os especialistas, para a criança, o brincar exige liberdade e está a serviço da formação da identidade, da construção da autonomia, da preservação da memória e da evolução da imaginação.

O AMBIENTE DA RUA

As crianças e adolescentes que dizemos estarem em situação de rua são iguaizinhas às crianças e adolescentes que descrevemos acima. Tem as mesmas necessidades, o mesmo potencial e as mesmas fragilidades daquelas que são protegidas do mundo por suas famílias e pelo ambiente em que vivem.

Segundo COVRE,

“Essa condição existe desde o século 16, quando os jesuítas trouxeram de Lisboa crianças que serviam de isca para os pequenos índios. Mais tarde, no século 19, a Lei do Ventre Livre deu liberdade aos filhos de escravas, mas estes não podiam ficar com as mães. Por fim, na segunda metade do século 20 o processo de urbanização das cidades brasileiras agravou a situação e produziu levas de meninas e meninos cada vez mais novos a ocuparem as ruas da cidade.”

 

Quem são as crianças e adolescentes em situação de rua no Brasil?

Pesquisa censitária nacional[1], realizada pelo CONANDA – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente identificou 23.973 crianças e adolescentes em situação de rua. Dessas, 59,1% dormem na casa de sua família (pais, parentes ou amigos) e trabalham na rua; 23,2% dormem em locais de rua (calçadas, viadutos, praças, rodoviárias, etc.), 2,9% dormem temporariamente em instituições de acolhimento e 14,8% circulam entre esses espaços.

4751 destas crianças e adolescentes estão no estado de São Paulo.

Neste contexto, o brincar ganha ainda maior importância pois estas crianças e adolescentes em situação de rua precisam estabelecer relações sociais em um ambiente que os discrimina e que impõe mudanças de comportamento a partir da violência institucional.

A reflexão integral pretende nos desafiar a pensar o que podemos fazer a esse respeito. Como restabelecer o brincar sensação, o brincar imitação, o brincar submissão e o brincar liberdade. Veja em   http://mmaconsultoria.com/?page_id=3099&preview=true

[1] A pesquisa foi realizada em 75 cidades do país, abrangendo capitais e municípios com mais de 300 mil habitantes.

JUVENTUDE EM SITUAÇÃO DE RUA
set 30th, 2018 by Magdalves

O Movimento “criança não é de rua” conceitua estas

“crianças e adolescentes em situação de moradia nas ruas” como: crianças e adolescentes com o convívio familiar frágil ou inexistente, a margem das políticas públicas com maior permanência nas ruas, utilizando as vias públicas e áreas degradadas como meio de sobrevivência e moradia permanente ou intermitente, que tenha ou não, naquele momento, a perspectiva de retornar à família.”

O universo de crianças e adolescentes em situação de rua é bastante heterogêneo, e tanto podemos encontrar uma maioria de crianças que voltam para a casa de suas famílias todas as noites, ou ao menos nos finais de semana e um número menor que informa a inexistência de laços familiares. O que se tem de concreto é que se trata de seres com idade inferior à idade da maioridade e cujo comportamento está em desacordo com as regras sociais, buscando apoio para suas necessidades fora da família.

Quando olhamos as atividades exercidas por crianças e adolescentes em situação de rua, tanto podemos nos deparar com ações ilícitas como lícitas, muitas das quais tem um adulto por trás, seja o responsável por esta criança/jovem, seja um explorador que sobrevive do que cobra pela sua “proteção”.  A grande maioria destas crianças e jovens sobrevive em pares ou em grupos com os quais esmola, perambula, brinca, trabalha e dorme.

Muita destas crianças tem uma aparência descuidada não apenas porque não valoriza este aspecto, mas pelas dificuldades de estrutura para a manutenção desse asseio.

Aqueles que se utilizam de drogas, o fazem mais para se excitar e ficar mais espertos do que pela busca da dormência que ajuda a continuar vivo numa situação, por vezes, insuportável.

Juventude em situação de rua

Como faixa etária estanque e institucionalizada, para a Constituição brasileira de 1988, através do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), juventude se confunde com adolescência e é uma fase que vai dos 12 aos 18 anos. É relevante afirmar que o ECA é uma conquista fundamental no que diz respeito à garantia dos direitos humanos para este setor social, mas que vai apenas até os 18 anos, como se houvesse, momento em que o sujeito faz aniversário, um conjunto de mudanças psicológicas, sociais, de direitos e deveres.

Não aceitando essa conceituação de fixação etária, mas reconhecendo a necessidade de se delimitar a fase juvenil meramente para fins de políticas públicas ou estatísticas, pode-se aceitar uma proposta de contextualizar os jovens num período delimitado, mas talvez entre os 15 e os 29 anos.

O primeiro grande desafio é entender as necessidades diferenciadas desta faixa etária, construindo propostas que possam atrair estes jovens adultos de modo a construir com eles novas estratégias que possibilitem o afastamento do mundo da rua e das drogas.

A reflexão integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=3088&preview=true

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