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jul 27th, 2017 by Magdalves

Realizamos trabalhos diversos em apoio a Prefeituras e ONGs que atuam no Social.

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jul 24th, 2017 by Magdalves

JUVENTUDE EM SITUAÇÃO DE RUA
set 30th, 2018 by Magdalves

O Movimento “criança não é de rua” conceitua estas

“crianças e adolescentes em situação de moradia nas ruas” como: crianças e adolescentes com o convívio familiar frágil ou inexistente, a margem das políticas públicas com maior permanência nas ruas, utilizando as vias públicas e áreas degradadas como meio de sobrevivência e moradia permanente ou intermitente, que tenha ou não, naquele momento, a perspectiva de retornar à família.”

O universo de crianças e adolescentes em situação de rua é bastante heterogêneo, e tanto podemos encontrar uma maioria de crianças que voltam para a casa de suas famílias todas as noites, ou ao menos nos finais de semana e um número menor que informa a inexistência de laços familiares. O que se tem de concreto é que se trata de seres com idade inferior à idade da maioridade e cujo comportamento está em desacordo com as regras sociais, buscando apoio para suas necessidades fora da família.

Quando olhamos as atividades exercidas por crianças e adolescentes em situação de rua, tanto podemos nos deparar com ações ilícitas como lícitas, muitas das quais tem um adulto por trás, seja o responsável por esta criança/jovem, seja um explorador que sobrevive do que cobra pela sua “proteção”.  A grande maioria destas crianças e jovens sobrevive em pares ou em grupos com os quais esmola, perambula, brinca, trabalha e dorme.

Muita destas crianças tem uma aparência descuidada não apenas porque não valoriza este aspecto, mas pelas dificuldades de estrutura para a manutenção desse asseio.

Aqueles que se utilizam de drogas, o fazem mais para se excitar e ficar mais espertos do que pela busca da dormência que ajuda a continuar vivo numa situação, por vezes, insuportável.

Juventude em situação de rua

Como faixa etária estanque e institucionalizada, para a Constituição brasileira de 1988, através do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), juventude se confunde com adolescência e é uma fase que vai dos 12 aos 18 anos. É relevante afirmar que o ECA é uma conquista fundamental no que diz respeito à garantia dos direitos humanos para este setor social, mas que vai apenas até os 18 anos, como se houvesse, momento em que o sujeito faz aniversário, um conjunto de mudanças psicológicas, sociais, de direitos e deveres.

Não aceitando essa conceituação de fixação etária, mas reconhecendo a necessidade de se delimitar a fase juvenil meramente para fins de políticas públicas ou estatísticas, pode-se aceitar uma proposta de contextualizar os jovens num período delimitado, mas talvez entre os 15 e os 29 anos.

O primeiro grande desafio é entender as necessidades diferenciadas desta faixa etária, construindo propostas que possam atrair estes jovens adultos de modo a construir com eles novas estratégias que possibilitem o afastamento do mundo da rua e das drogas.

A reflexão integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=3088&preview=true

PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS CÃES
set 14th, 2018 by Magdalves

As pessoas em situação de rua são frágeis, em especial se analisarmos suas relações afetivas e familiares. Os motivos que fizeram com que chegasse a essa situação, no geral, causam uma perda de autoestima e levam à desconfiança de tudo e de todos.

Se ficam sozinhos, ficam fáceis de serem atacados e o medo e a busca de segurança os leva a um comportamento de bandos.

Os bandos, geralmente, são formados por pessoas de todos os tipos e, ao mesmo tempo em que há aqueles em quem se pode confiar, há outros que exijam que fiquemos de olhos bem abertos.

Ele é meu irmão, ouvimos algumas vezes, e esta irmandade é explicada: não nascemos do mesmo pai, nem da mesma mãe, mas a gente passou fome e sede juntos, apanhou da polícia junto, passou frio junto e isso constrói uma relação que é para sempre.

Mesmo tendo estes “irmãos”, as pessoas em situação de rua carecem de onde colocar seu afeto e seu carinho. E é aí que começam a cuidar de animais que encontraram perdidos nas ruas da cidade.

O texto integral você encontra em   http://mmaconsultoria.com/?page_id=3081&preview=true

25 ANOS DE COMBATE À FOME: AÇÃO DA CIDADANIA PRESENTE
set 6th, 2018 by Magdalves

permanente a alimentos de qualidade , em quantidade, suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais,   tendo   como   base práticas   alimentares promotoras de saúde que respeitem a diversidade cultural e que  sejam  ambiental,  cultural,  econômica  e  socialmente sustentáveis” (2ª CNSANS, Olinda, 2004)[1]

 

 

Nascida do Movimento pela Ética na Política, há 25 anos, a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida colocou no cotidiano de mais de 70% da população de nosso país a reflexão sobre a fome que assolava 32 milhões de brasileiros.

Coleta e distribuição de alimentos, construção de alternativas de trabalho e renda e Reforma Agrária eram o tripé que dava suporte a essa luta contra a qual ninguém se atrevia a se manifestar.

Se a superação do problema exigia medidas estruturais como reforma agrária com geração de empregos e ampliação dos postos de emprego, as ações assistenciais como a distribuição de alimentos permitiriam “que as pessoas continuassem vivas para esperar por tudo isso”, como dizia Betinho.

Todos os que atuaram no dia-a-dia desta luta que se iniciou em 1993, sem data para terminar, sem dúvida, festejaram a aprovação – no Senado Federal – em 22 de setembro de 2007, na Comissão da Câmara Federal – da PEC que insere o Direito à Alimentação na Constituição Brasileira, como artigo 6º. Fato inédito no Parlamento brasileiro, esta PEC foi aprovada por unanimidade, sem contestações.

Todos os que participaram desta luta comemoraram o novo direito esculpido na Constituição acreditando que ele seria cumprido, afinal nosso slogan era Fome, não dá pra esquecer.

Como está isso, 25 anos depois? Uma reflexão a esse respeito você encontra em  : http://mmaconsultoria.com/?page_id=3093&preview=true

[1] Este conceito amplia o conceito construído na 1ª  Conferencia Nacional, ocorrida em 1995:

“No Brasil haverá Segurança Alimentar quando todos os brasileiros tiverem, permanentemente, acesso em quantidade e qualidade aos alimentos requeridos e às condições de vida e de saúde necessárias para a saudável reprodução do organismo humano e para uma existência digna.”

 

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