27 de julho de 2017

Realizamos trabalhos diversos em apoio a Prefeituras e ONGs que atuam no Social.

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24 de julho de 2017

AS DIFICULDADES DE ACESSO A POLÍTICAS SOCIAIS PELA POPRUA

14 de outubro de 2017

Fruto de uma luta política iniciada nos anos 80, aprova-se em 2009 o Decreto 7053 que institui a Política Nacional para a População em situação de Rua. Além de definir princípios, diretrizes e objetivos para esta política, o Decreto aponta um perfil para esta população: grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.

Ainda que este passo seja um avanço – e não dá para negar isso – apenas a garantia legal não dá conta de enfrentar discriminações e preconceitos construídos ao longo dos séculos. Num contexto de desemprego crescente, e a situação brasileira não tem sido fácil, não apenas temos mais e mais pessoas jogadas à sua própria sorte pelo desemprego que gera despejos, desesperos e outras reações, como cresce a reação da sociedade que busca se afastar dessa situação que é ao mesmo tempo constrangedora e assustadora.

Se para as classes altas essa é uma imagem “feia” que querem apagar do cenário; para as classes mais pobres há o medo desse ser seu destino no amanhã.

Qual o Estado das Artes destes Direitos que apontamos como garantidos para a População de Rua. O texto integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=2926

CONSTRUINDO HABILIDADES NO TRATO COM PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA

30 de setembro de 2017

A principal matéria prima na atuação dos profissionais sociais com pessoas em situação de rua é a relação que conseguem construir com cada uma delas.

Lidar profissionalmente com as pessoas individualmente ou nestes grupos constituídos a partir de uma finalidade qualquer exige de cada um de nós cuidados e habilidades que podemos ir construindo no dia-a-dia.

Dentre as muitas dificuldades que este agir requer, salientamos o “saber escutar”, o “saber comunicar nossas ideias”  e o domínio de nossas “emoções e emocionalidades”.

Durante muitos séculos, o processo de aprendizado de trabalhadores sociais apontava a necessidade de uma certa “neutralidade”. O profissional deveria ser impessoal, distante destas pessoas com as quais atuava e nunca se envolver com os problemas que lhes eram trazidos.

As primeiras  “atividades do serviço social” não davam importância ao fator “grupo”, mas propunham atividades para atrair os jovens (e afastá-los da delinquência) e mais do que a intenção de socializar estes jovens com seus iguais, o que se avaliava era que isso era mais barato e mais fácil fazer em grupo do que individualmente.

A reflexão integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=2920 A

CONHECER PARA PROPOR: OS DESAFIOS DA POLÍTICA PARA POPULAÇÃO DE RUA

16 de setembro de 2017

Política social é uma modalidade de política pública que nada mais é que um mecanismo de manutenção da força de trabalho. Na verdade, ela é uma estratégia utilizada pelos governos objetivando o controle da vida dos cidadãos.

Ainda que, no discurso, refira-se às conquistas dos trabalhadores ou se apresente como doação das elites dominantes, as políticas sociais se alternam entre serem instrumentos da garantia do aumento da riqueza ou dos direitos do cidadão.

1. A inserção na realidade através do diálogo

A construção do cenário destas Políticas exige um entrecruzar das  óticas, de modo a se conseguir focar as propostas naquilo que, de fato, os grupos populacionais entendem como sua necessidade.

1. A atuação profissional

O papel profissional deve ter como base a orientação, o estímulo e a disponibilização  das informações.

Disponibilizar informações implica num processo de entendimento, tradução na linguagem que a população entenda e a discussão do seu alcance.

Assim orientada, a população amplia o processo de construção do seu próprio saber que, não obrigatoriamente, tem a mesma leitura que os profissionais propõem.

Esse processo pressupõe dois momentos: a troca entre profissionais (ótica  institucional) e pessoas da população, e a análise das  propostas assim sugeridas, avaliando-se se são possíveis de serem implementadas.

O fruto do diálogo

Se a Política Social quer implementar soluções para os problemas, o melhor que os profissionais podem fazer é conhecer as estratégias que a população utiliza construindo, e a partir delas construir caminhos que permitam uma vida digna.

 

A reflexão integral você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=2915