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JUVENTUDE EM SITUAÇÃO DE RUA
setembro 30th, 2018 by Magdalves

O Movimento “criança não é de rua” conceitua estas

“crianças e adolescentes em situação de moradia nas ruas” como: crianças e adolescentes com o convívio familiar frágil ou inexistente, a margem das políticas públicas com maior permanência nas ruas, utilizando as vias públicas e áreas degradadas como meio de sobrevivência e moradia permanente ou intermitente, que tenha ou não, naquele momento, a perspectiva de retornar à família.”

O universo de crianças e adolescentes em situação de rua é bastante heterogêneo, e tanto podemos encontrar uma maioria de crianças que voltam para a casa de suas famílias todas as noites, ou ao menos nos finais de semana e um número menor que informa a inexistência de laços familiares. O que se tem de concreto é que se trata de seres com idade inferior à idade da maioridade e cujo comportamento está em desacordo com as regras sociais, buscando apoio para suas necessidades fora da família.

Quando olhamos as atividades exercidas por crianças e adolescentes em situação de rua, tanto podemos nos deparar com ações ilícitas como lícitas, muitas das quais tem um adulto por trás, seja o responsável por esta criança/jovem, seja um explorador que sobrevive do que cobra pela sua “proteção”.  A grande maioria destas crianças e jovens sobrevive em pares ou em grupos com os quais esmola, perambula, brinca, trabalha e dorme.

Muita destas crianças tem uma aparência descuidada não apenas porque não valoriza este aspecto, mas pelas dificuldades de estrutura para a manutenção desse asseio.

Aqueles que se utilizam de drogas, o fazem mais para se excitar e ficar mais espertos do que pela busca da dormência que ajuda a continuar vivo numa situação, por vezes, insuportável.

Juventude em situação de rua

Como faixa etária estanque e institucionalizada, para a Constituição brasileira de 1988, através do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), juventude se confunde com adolescência e é uma fase que vai dos 12 aos 18 anos. É relevante afirmar que o ECA é uma conquista fundamental no que diz respeito à garantia dos direitos humanos para este setor social, mas que vai apenas até os 18 anos, como se houvesse, momento em que o sujeito faz aniversário, um conjunto de mudanças psicológicas, sociais, de direitos e deveres.

Não aceitando essa conceituação de fixação etária, mas reconhecendo a necessidade de se delimitar a fase juvenil meramente para fins de políticas públicas ou estatísticas, pode-se aceitar uma proposta de contextualizar os jovens num período delimitado, mas talvez entre os 15 e os 29 anos.

O primeiro grande desafio é entender as necessidades diferenciadas desta faixa etária, construindo propostas que possam atrair estes jovens adultos de modo a construir com eles novas estratégias que possibilitem o afastamento do mundo da rua e das drogas.

A reflexão integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=3088&preview=true


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