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PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – sinopse
agosto 6th, 2012 by Magdalves

QUEM SÃO ESTAS “PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA”? – bastante heterogênea, nesta população encontramos famílias e pessoas sós, adultos, crianças e adolescentes, trabalhadores, desocupados e aqueles que entram e saem do mercado. Crônicos e caídos se misturam àqueles que ainda lutam por um lugar ao sol.  http://mmaconsultoria.com/?page_id=280

 IDENTIDADE OU ESTIGMA: aprofundando a discussão sobre as pessoas em situação de rua – vivendo um cotidiano diferente do dia-a-dia dos demais trabalhadores, as “pessoas e situação de rua vivem no limiar da marginalidade, sendo culpabilizados por isso. Que reflexos isto tem na construção do seu eu? Veja: http://mmaconsultoria.com/?page_id=272 

A RUA COMO FORMA DE VIDA: o significado deste apropriar-se do espaço público – condições de vida, alternativas de sobrevivência, como é este viver no sub-mundo sendo desprezado pela sociedade? http://mmaconsultoria.com/?page_id=270

VIVER SEM MORAR: Realidade cruel das pessoas em situação de rua – Artigo escrito para uma revista discorre sobre as dificuldades de quem não tem um local que possa chamar de seu, aqueles que vivem ora aqui, ora ali e que são expulsos de tudo, todos os dias. Como reconstruir a vida, andando o dia todo com aquele pouco que possuem numa sacola… Você pode encontrá-lo aqui mesmo no http://mmaconsultoria.com/?page_id=282

VIAGEM AO MUNDO DOS HOMENS DE RUA – Texto escrito a partir da Dissertação apresentada para obtenção do  título de Mestre em Serviço Social (1994) reflete  sobre as representações sociais que estes Homens e Mulheres fazem de seus vínculos afetivos. No dia a dia, eles se relacionam com os outros, com o mundo real, e nesta vivência constroem  o seu pensar e o seu agir, reconstruindo a realidade a partir das relações sociais existentes. O mundo cotidiano é modificado pelo agir desses Homens e Mulheres que, em contrapartida, são transformados pelas conseqüências de suas ações e pela ação de outros homens e mulheres. Você pode encontrá-la no  http://mmaconsultoria.com/wp-content/uploads/2012/08/dissertacao.pdf

HOMENS DE RUA, AQUELES QUE NÃO MORAM – Texto relativo às condições de moradia das pessoas em situação de rua. Publicado em Tempo e Presença n° 267 – ano 15 – RJ, CEDI, 1993 e que você encontra no http://mmaconsultoria.com/?page_id=284

ESMAGADOS PELA DISCRIMINAÇÃO – A ambiguidade da reação da sociedade na relação com pessoas em situação de rua. Enxotados por causa da sua situação de desocupação num país onde o numero de desempregados supera a casa do milhão. Texto publicado, em 1989, pela AGEN, Agência de Notícias vinculada à Arquidiocese São Paulo, e você o encontra no http://mmaconsultoria.com/?page_id=266

BOCAS DE RANGO – Pessoas em situação de rua chamam de “bocas de rango”  aquelas ações filantrópicas ou não que permitem a quem vive na penúria se alimentar ao menos uma vez ao dia. A Prefeitura de São Paulo entende que estas ações devem ser proibidas. Como reage a sociedade paulistana? http://mmaconsultoria.com/?page_id=264

 AGORA É LEI – o texto  reflete sobre o processo de construção da lei 12.316 que define a Política voltada para pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo. http://mmaconsultoria.com/?page_id=262  

POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS HOMENS DE RUA DA CIDADE DE SÃO PAULO –     uma reflexão realizada em 1999 acerca da política de atendimento às pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo a partir da ótica dos governos petistas. Você acessa este texto no http://mmaconsultoria.com/?page_id=278

A POLÍTICA NACIONAL PARA A POPULAÇÃO  EM SITUAÇÃO DE RUA foi regulamentada em 2009 através do Decreto 7053/2009.  Você acessa este texto no http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7053.htm

A POLÍTICA MUNICIPAL DE SÃO PAULO PARA A POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA foi regulamentada em 1997 pela Lei 12465. Você acessa este texto no http://www3.prefeitura.sp.gov.br/cadlem/secretarias/negocios_juridicos/cadlem/integra.asp?alt=26041997L%20123160000

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DAS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA. Em 30 de julho, publiquei no web artigos este texto que reflete sobre as dificuldades de pessoas em situação de rua retornarem ao mercado de trabalho e qual poderia ser nosso papel nisso. Você também pode acessá-lo em http://mmaconsultoria.com/?page_id=54

Vocês sabiam que foi feita uma ação de conscientização por Reforma Agrária entre pessoas em situação de rua e alguns aderiram e hoje são agricultores familiares?  Escrevi sobre isso e postei no web artigos.  Você pode encontrar o texto em webartigos.com ou aqui mesmo em http://mmaconsultoria.com/?page_id=653

METODOLOGIA DE ATUAÇÃO COM PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – a partir de uma experiência de mais de 30 anos de trabalho com estas pessoas, fiz uma reflexão sobre a metodologia que entendo seja interessante para se atuar com eles e postei no web artigos. Você pode encontrar o texto em webartigos.com ou aqui mesmo em http://mmaconsultoria.com/?page_id=676

A DIMENSÃO ESPIRITUAL NA VIDA DAS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – Ainda que se fale da necessidade de trabalhar com estas pessoas o resgate da autoestima, isso é feito visando sua readequação à sociedade mais do que voltada para uma leitura integral destas pessoas como seres humanos com desejos, sonhos e costumes enraizados na infância. Ao o buscar o atendimento numa destas organizações com conotações religiosas, elas se veem em um ambiente que exige manifestações de fé moldados numa religião que não é a sua. Uma reflexão sobre a expressão de  fé destas pessoas encontra-se em  em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1154

CAMINHOS DA POLÍTICA PÚBLICA NO APOIO À EMANCIPAÇÃO DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – Ainda que a Política Nacional para Pessoas em Situação de Rua objetive a busca da emancipação através do Trabalho, ainda são bastante frágeis os caminhos que potencializem as conquistas de indivíduos e grupos que tenham esta condição. A reflexão que aqui fazemos não parte de nenhuma fantasia, ainda que proponha a realização de uma utopia se comparada ao cenário atual da maior parte do proposto pelos governos municipais. Veja o texto integral em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=1013

O DIREITO AO TRABALHO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS E EM SITUAÇÃO DE RUA – O Brasil é considerado um dos campeões em população com deficiência e, no censo de 2010, o IBGE apontou que são 31,5 milhões os brasileiros com algum tipo de incapacidade intelectual ou para ver, ouvir ou se locomover. A efetivação de estratégias de inclusão destas pessoas em situação de rua pede, num primeiro momento que sejam identificadas políticas, programas e projetos que se encontram em andamento voltadas para as demais pessoas com deficiência que não se encontram em situação de rua. Convido você para dar uma olhadinha no que comecei a esboçar [http://mmaconsultoria.com/?page_id=919 ] e vamos construir juntos uma proposta. Espero você.

A DOENÇA MENTAL PRECEDE OU RESULTA  DA SITUAÇÃO DE RUA –  A vida num país de primeiro mundo, mas sem acessar o progresso e os avanços que no dia a dia entram pelos olhos de quem por aqui vive ameaça a integração social, causa frustração e pode levar a ações de reação que se alternam entre a agressão e a apatia. O uso do álcool e das drogas, a principio, é o mecanismo utilizado para amortecer os sentimentos de fome, cansaço e vão sendo usados cada vez com mais frequência, gerando um círculo vicioso difícil de ser quebrado. Como refletir esta problemática na ótica das pessoas em situação de rua? Veja uma reflexão a respeito em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=909  

A INVISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA AS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – Qualquer análise da realidade atual da sociedade brasileira, obrigatoriamente, contemplará questões ligadas às desigualdades sociais e à violência. O que ocorre quando o objeto desta violência são pessoas em situação de rua? Invisíveis aos olhos da sociedade, estas pessoas em situação de rua tem seus direitos violados e seus deveres exigidos pela força. Os governantes apontam que isto é necessário, numa espécie de higienização social. Convido você a refletir sobre isso. Veja http://mmaconsultoria.com/?page_id=902

O CRACK E AS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA –  Para refletirmos sobre os desdobramentos do uso do crack pelas pessoas em situação de rua, precisamos primeiro entender um pouco do como se desenvolveu no Mundo  e no Brasil esta questão da drogadição.  As primeiras ações visando coibir o uso de drogas no Brasil ocorreram no início do século XX. Não apenas não havia,no Brasil, nenhum controle estatal sobre esta questão, mas o uso de drogas era tolerado e usado em prostíbulos frequentados por jovens das classes nédia e alta.  O Programa Federal Crack, é possível vencer propõe ações em três eixos (prevenção, cuidado e autoridade) e quando fazemos a leitura desta proposta na ótica das pessoas em situação de rua precisamos adequar cada um destes eixos para buscarmos ações que sejam efetivas. Além de situar esta problemática na cidade de São Paulo, nossa reflexão é sobre  os três Eixos propostos pelo Programa Federal, sugerindo-se ações em cada um deles quando o público a ser atingido são pessoas em situação de rua. Você encontra esta reflexão em http://mmaconsultoria.com/?page_id=882. 

SE VIVER É CONVIVER,  COMO DEVERIAM SER OS ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA NO RESGATE DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA? – O viver humano é um viver em relação. Desde a pré-história, sabe-se que os homens viviam em bandos que se mantinham juntos principalmente como estratégia de defesa de predadores e como dinâmica de proteção aos filhotes. Cada pessoa tem necessidade de um espaço de construção do seu “eu”, garantindo sua  individualidade, e de espaços de integração onde compartilha ideias, dá e recebe afeto, alimentando sua autoestima pelo feed back daqueles que lhe são muito próximos, como a família e os amigos. E o que dizer das pessoas em situação de rua que deixam de privar com sua parentela e muitas vezes se distanciam dos grupos sociais com os quais poderiam ter este espaço de convívio?  Esta é a reflexão que você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=845

A MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA E AS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – Muitos estudos apontam um caráter desmobilizado da maioria da população brasileira, e este é um dado a ser estudado já que se entende ser necessária a participação na vida civil de cada um daqueles que vive em nossas terras.A participação objetiva a conquista da cidadania na medida em que afirma que se manifestar e decidir os rumos de sua própria vida é direito do cidadão, e dever do estado.  Mas, como agem e reagem pessoas em situação de rua ? Uma das lições aprendidas com os grupos de pessoas em situação de rua é que esta organização foi sendo construída na busca da resolução de problemas. O viver das pessoas em situação de rua não se organiza a partir da lógica da produção. Seu cotidiano é repleto de criatividade e as ações vão sendo definidas a partir do cenário onde se localizam e da resposta dada a eles pela sociedade no entorno do local que escolheram para “ficar”. Este é um flash da reflexão que postamos e que você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=831

RELAÇÕES AFETIVAS E A VIDA NAS RUAS –  O homem é um ser em relação: precisa viver em sociedade, estar com o outro. O apareça lá em casa pra tomar um cafezinho é costume cultural que reafirma o caráter acolhedor do nosso povo. Quem não pode receber o outro, parece-nos um ser inferior. O modo dos homens e mulheres receberem as pessoas de certa forma, mostra-nos a sua condição de classe.  Neste viver na rua, passa-se a buscar apenas o abrigo e a proteção. Não se trata mais do espaço de construção do ser. O sonhar e o definir o modo de viver são desejos a serem esquecidos. Vamos refletir um pouco como fica o “receber”  para quem não tem um teto? O texto completo está em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=825

AS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA TEM GÊNERO – A maioria das mulheres que conheci na rua eram mulheres vindas das classes mais baixas da população.  A vida nas ruas, muitas vezes, é a saída para livrar-se tanto da violência doméstica quando da violência sexual sofrida intrafamiliarmente. Algumas chegam às ruas após um período de prostituição em bordéis: expulsas quando passam a “render menos” a saída possível é o viver nas ruas. Fortes, sabendo brigar bem mas que, quando ligadas a um companheiro, assumem uma posição submissa num papel da fêmea que serve. Sua responsabilidade é conseguir ou fazer comida para o grupo do qual seu homem é líder. Quando refletimos as questões de gênero e, ao redor do 8 de março, isso é bem forte entre nós, quero inserir este público na discussão. O texto completo está em http://mmaconsultoria.com/?page_id=793

VOCÊ ACREDITA QUE A POPRUA CONSEGUE SAIR DAS RUAS?  este artigo propõe uma reflexão sobre a postura do trabalhador que atua junto a pessoas em situação de rua.Para fazer um bom trabalho, o profissional precisa conhecer os mecanismos de que dispõe: abrigos, espaços de qualificação profissional e encaminhamento a trabalho, atendimento relativo a saúde básica e dependência química, e outros. Mas, esta é apenas a primeira parte. A principal característica do bom profissional é a relação que ele estabelece com este homem ou esta mulher, visando conhecer sua história de vida para em conjunto com ele/ela buscar caminhos que respondam às suas demandas. Uma das maiores dificuldades, a meu ver, é quando este profissional está desanimado, descrente no que se refere às possibilidades de sucesso da empreitada que precisa audácia e confiança para chegar a bom termo. O texto integral está em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1279

 

 

 

 

 

 


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