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Capacitação, Moderação e Trabalho com grupos
junho 23rd, 2016 by Magdalves

COMO VOCÊ GERE SEUS ESTADOS DE ÂNIMO – Homens e mulheres são seres dotados de corpo, emoções e linguagem, que se interconectam,  guardando entre si uma relação de coerência e afetando uns aos outros. É a partir da emocionalidade que consideramos possível ou impossível algum caminho e isso nos predispõe à ação no tempo e no espaço. “A emocionalidade é o pano de fundo emocional em que nos movemos durante o nosso dia-a-dia. Esse pano de fundo influencia a nossa forma de ver o mundo através de uma predisposição para nos abrir caminhos ou fechar caminhos.” (Almeida, 2012)

Em alguns momentos de nossa vida, nos sentimos incomodados com nossas relações com outras pessoas. Pense num de seus grupo de referência – trabalho, família ou amigos – e tente lembrar um daqueles momentos em que deu uma sugestão que não foi aceita e pouco tempo depois  viu uma sugestão semelhante ser dada por outra pessoa e ser aceita por todos. A primeira sensação é de irritação, mas ao pensarmos no que aconteceu ficamos com uma sensação de amargo na boca: porque não aceitaram o que eu propus?  Se a mesma proposta, vinda de outra pessoa teve a adesão de todos, o que eles recusaram foi a mim?  Por que isso aconteceu? Texto integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=1925

APRENDER E ENSINAR COM JOGOS – Muitos especialistas em educação chamam atenção para a necessidade de refletirmos sobre o binômio ensinar x aprender, entendendo que são faces da mesma moeda. O aprender objetiva uma mudança qualitativa no interior do ser humano, de modo a provocar uma mudança de conduta em relação a algo ou alguma coisa. Nessa perspectiva, precisamos mais de facilitadores e provocadores do que de sábios que se coloquem como “donos da verdade”. Quando a proposta é de aprendizado a partir do diálogo e de jogos facilitadores deste diálogo, não a referência não são “treinamentos mecânicos” mas processos de capacitação voltados para o trato consigo mesmo e com questões sociais. O primeiro fator a considerar é que todo educando tem uma vivência anterior, e enriquece muito o processo que ela for incorporada na “nova” aprendizagem. Por outro lado, no trato com o social são fundamentais a motivação e o compromisso com aquele objetivo, e nada é mais motivador do que saber-se ouvido, podendo opinar e a certeza de que somos parte da construção que está sendo feita. O aprendizado a partir de jogos até pode dar a impressão de um brincar sem compromisso, mas é um processo de investimento no homem e na mulher, num processo de troca e de produção de conhecimento. Sua finalidade é a aprendizagem com incentivo à autonomia. Este ensinar e aprender com jogos pode ser visto, didaticamente como se fossem três etapas, mas são etapas que se entrecruzam o tempo todo. A primeira etapa éo sensibilizar, a segunda é construir o compromisso com a mudança e o terceiro instrumentalizar para esta ação. Uma reflexão sobre isso pode ser vista em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1411.

COMUNICAR É PARTILHAR – Todos os seres humanos, em especial aqueles que atuam no campo social, tem necessidade de se comunicar com outros profissionais da mesma área, de áreas correlatas e com o público ao qual destina suas ações. A palavra comunicação, vem do latim – communicare – significando partilha, participação em algo e objetiva tornar comum alguma coisa. É através deste meio que os seres humanos partilham entre si informações, o que torna o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade. O ato de comunicar está relacionado à realidade em que se vive.  Muito do que é comunicado tem um caráter descritivo e se baseia na linguagem coloquial daquele grupo.  Há descrições que são inquestionáveis como quando dizemos que está chovendo ou que um determinado objeto foi feito a partir de algum material. Meu PC tem 80 GB e 256 Mb RAM são informações que descrevem com precisão aquilo que queremos comunicar.  Há um ramo da filosofia que é nomeado como “filosofia da linguagem”  que leva a refletir que quando falamos fazemos mais do que descrever a realidade: nós agimos a partir desta mesma realidade. Qualquer que seja a língua da qual nos valemos, nosso comunicar pode ser classificado como um ato de afirmação, de declaração ou de pedido. Vamos refletir um pouco sobre isso? O texto integral está em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=1161

O QUE É  ESCUTAR PARA VOCÊ? – Na primeira infância, família e escola começam a nos ajudar a sistematizar algumas coisas que fazem parte do nosso eu desde antes do nascimento. É na relação com a mãe que a criança começa a perceber o mundo em que vive: sons, luzes, cheiros, sabores e carinhos são transmitidos a cada um de nós desde a infância, mas é na escola infantil e na convivência familiar que vamos começar a sistematizar esta vivência.E é dessa forma que vamos tomando consciência dos sentidos fundamentais que nos permitem a integração com o ambiente em que vivemos. Um destes sentidos é a audição: o ouvir vem antes do falar: a fala original (a que é um dizer), será sempre uma resposta. É este  ouvir que nos abre para o mundo e para os outros, e não o falar.  O que ouvimos é um dizer que nos remete a um mundo, e não apenas a um mero falar. Será que somos bons ouvintes?  A gente ouve ou escuta aquilo que acontece à nossa volta.  Em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=893faço um convite para que você pare para refletir sobre isso? Você aceita o meu convite?

APROPRIAR CONHECIMENTO  A PARTIR DA LEITURA – Toda vez que buscamos nos apropriar de um novo conhecimento, o primeiro conselho que ouvimos é que é preciso ler o que já existe produzido a respeito. E lá vamos nós, em busca de indicativos das leituras que precisam ser feitas. A escolha do que deve ser lido, no entanto, não é tarefa tão simples.  Sobre quase todo assunto que queremos nos debruçar, podem ser encontrados textos elaborados a partir de diversas óticas e construídos a partir de diversas visões de mundo. Veja uma reflexão a esse respeito em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=874.

RELAÇÃO INTERPESSOAL NO ESPAÇO PROFISSIONAL – O homem é um ser em relação. Ao nascer, cada homem e cada mulher trás em si um conjunto de habilidades que vão sendo trabalhadas através dos anos. A criancinha nasce sabendo que, para sobreviver, precisa se alimentar, mas é na relação com aquela que a alimenta que passa a saber onde encontrar aquele alimento. Esta é a primeira relação que desenvolve e ela pode ser satisfatória ou não, dependendo do relacionamento que será desenvolvido entre ela e esta outra pessoa. Dentre as habilidades que precisamos cultivar nos diversos espaços de nossa vida, destacamos aquelas que tem a ver com nossas relações pessoais, sociais e profissionais. É no âmbito profissional que queremos refletir sobre o estímulo a um bom relacionamento interpessoal, ainda que saibamos que isso irá se refletir nos outros ambientes como  o pessoal e o social. Você está convidado a refletir sobre isso. Veja um texto a respeito no http://mmaconsultoria.com/?page_id=868

O TRABALHO EM GRUPO E OS FACILITADORES – Convido você a refletir sobre o trabalho com pessoas. Trabalhar com pessoas, individualmente, em pequenos grupos ou em comunidades implica um esforço na apropriação dos processos conversacionais que ocorrem na sociedade. Moderar, mediar e facilitar são técnicas de trabalho com grupos voltadas para a condução das discussões, visando dar segurança e empoderar (empowerment) cada um dos membros do grupo. Você encontra este texto em http://mmaconsultoria.com/?page_id=860

OS PRAZERES, AS DELÍCIAAS E AS DIFICULDADES EM ORIENTAR MONOGRAFIAS – Entendendo o processo de orientação de Monografias  como momento de interação visando aprimorar o conhecimento do educando, é fundamental a postura do professor-orientador no que se refere ao cuidado, à responsabilidade em relação e este orientar que deve incluir o estimular o educando, tratando seu potencial e suas dificuldades de modo a apoiá-lo na construção da sua produção acadêmica. Este texto propõe uma reflexão sobre a relação orientando/orientador. Veja em http://mmaconsultoria.com/?page_id=788 

CONSTRUINDO HABILIDADES NO TRATO COM PESSOAS – Trabalhadores sociais tem como matéria prima pessoas em seus diversos perfis e condições.  Trabalhar com eles, considerando-os sujeitos e não objetos de nossas ações requer um preparo e uma postura de respeito a cada um destes seres estejam eles na condição que estiverem. Uma reflexão a este respeito você encontra em http://mmaconsultoria.com/?p=727.


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