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Gestão de Políticas
junho 23rd, 2016 by Magdalves

O PAPEL DOS GOVERNOS E DA SOCIEDADE CIVIL NO COMBATE À POBREZA: DEMANDAS POR ASSISTÊNCIA SOCIAL E HABITAÇÃO
A autonomia política e fiscal dos governos estaduais e municipais permite que estes adotem uma agenda própria, independente da agenda do Executivo federal. As relações verticais na federação brasileira – do governo federal com Estados e municípios e dos governos estaduais com seus respectivos municípios – são caracterizadas pela independência, pois Estados e municípios são entes federativos autônomos. Em tese, as garantias constitucionais do Estado federativo permitem que os governos locais estabeleçam sua própria agenda na área social.” (Arretche)

No início da década de 1990, quando os índices apontavam a existência de 32 milhões de excluídos, o Movimento pela Ética na Política desembocou na Ação da Cidadania contra a Fome e a Miséria e serviu de instrumento para a potencialização de ações da sociedade civil no enfrentamento desta situação.

Muitas das ações que são desenvolvidas hoje em nosso país são fruto deste processo, mas mais do que refletir sobre esta partilha de responsabilidade, nosso propósito neste artigo é buscar elementos que nos permitam analisar o processo de expansão de Políticas Sociais.

Não há como negar que, nas últimas décadas, foram ampliadas as ações da Política Social brasileira, tendo havido uma melhora no quadro social e econômico.

O Brasil tem 5570 municípios, cujos tamanhos são bem diferenciados: São PauloSP tem 11 milhões de habitantes, enquanto Serra da SaudadeMG tem 822 habitantes; as características demográficas são também muito diferenciadas.

Na busca do voto, muitas vezes, assistimos a uma verdadeira barganha clientelista que é ainda mais forte em pequenos municípios e naqueles municípios situados no meio rural.  Nestes, sempre há intermediários locais que buscam influenciar os eleitores e contam com alguns mecanismos que permitem particularizar benefícios. Esta realidade também afeta os grandes centros, mas isso aparece mais diluído na medida em que a própria vida é mais impessoal nestes locais.

Este artigo pretende iniciar uma reflexão sobre a influência do período eleitoral no comportamento de autoridades e políticos locais. O texto integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=2499

 

A ESCUTA QUALIFICADA DAS COMUNIDADES
“A República Federativa do Brasil, é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático e de Direito, e tem como fundamentos:

I – a soberania;

II – a cidadania;

III – a dignidade da pessoa humana;

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – o pluralismo político.” (CF 1988, título I – Dos princípios fundamentais, artigo 1º.)

 

A Democracia Brasileira  é um sistema de governo deliberativo e participativo, na medida em que o exercício da cidadania vai além da participação no processo eleitoral, exigindo o engajamento num processo contínuo de discussão e crítica reflexiva das normas e valores que orientam a coletividade. A participação dos cidadãos está garantida constitucionalmente: em nível do Legislativo, há plebiscitos,  referendos e leis de iniciativa popular; tribunais de juri e ações populares são formas de participação junto ao Judiciário e o Executivo se organiza para uma gestão compartilhada com a sociedade civil.

Ainda que as Políticas Sociais definam a constituição de espaços de diálogo é necessário um cuidado redobrado se queremos que estes espaços sejam legítimos.

Sabe-se que há municípios, e mesmo estados, que criam espaços numa visão tradicional que pressupõe a passividade da população: mais do que espaços de participação, estes acabam sendo espaços de referendo das propostas governamentais.

O grande desafio é constituir espaços onde a participação social e popular seja ativa e onde estes representantes de comunidades sejam tratados como sujeitos e senhores da situação.

Ultrapassar a visão teórica daquela população, se aproximando da população real exige uma atuação concreta onde sejam levados em conta afetos, políticas, relações estabelecidas e onde a heterogeneidade seja fermento para a construção das propostas de saída das situações apresentadas.

Muitas vezes, informações coletadas globalmente precisar ser “traduzidas” a partir do cotidiano das pessoas. Por exemplo, sabe-se que a infraestrutura de abastecimento de luz, água, esgotamento sanitário e coleta de lixo alcança um porcentual de casas… mas é no diálogo com as famílias que podemos avaliar o fruto disso no seu cotidiano.

Precisamos nos apropriar do dia-a-dia destas pessoas, conhecer suas dificuldades e as estratégias utilizadas para dar conta delas e isso somente ocorre se adentrarmos seu convívio.

O texto integral você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=2493 

 

O PAPEL DOS GOVERNOS E DA SOCIEDADE CIVIL NO COMBATE À POBREZA: DEMANDAS POR ASSISTÊNCIA SOCIAL E HABITAÇÃO

A autonomia política e fiscal dos governos estaduais e municipais permite que estes adotem uma agenda própria, independente da agenda do Executivo federal. As relações verticais na federação brasileira – do governo federal com Estados e municípios e dos governos estaduais com seus respectivos municípios – são caracterizadas pela independência, pois Estados e municípios são entes federativos autônomos. Em tese, as garantias constitucionais do Estado federativo permitem que os governos locais estabeleçam sua própria agenda na área social.” (Arretche)

No início da década de 1990, quando os índices apontavam a existência de 32 milhões de excluídos, o Movimento pela Ética na Política desembocou na Ação da Cidadania contra a Fome e a Miséria e serviu de instrumento para a potencialização de ações da sociedade civil no enfrentamento desta situação.

Muitas das ações que são desenvolvidas hoje em nosso país são fruto deste processo, mas mais do que refletir sobre esta partilha de responsabilidade, nosso propósito neste artigo é buscar elementos que nos permitam analisar o processo de expansão de Políticas Sociais.

Não há como negar que, nas últimas décadas, foram ampliadas as ações da Política Social brasileira, tendo havido uma melhora no quadro social e econômico.

O Brasil tem 5570 municípios, cujos tamanhos são bem diferenciados: São PauloSP tem 11 milhões de habitantes, enquanto Serra da SaudadeMG tem 822 habitantes; as características demográficas são também muito diferenciadas.

Na busca do voto, muitas vezes, assistimos a uma verdadeira barganha clientelista que é ainda mais forte em pequenos municípios e naqueles municípios situados no meio rural.  Nestes, sempre há intermediários locais que buscam influenciar os eleitores e contam com alguns mecanismos que permitem particularizar benefícios. Esta realidade também afeta os grandes centros, mas isso aparece mais diluído na medida em que a própria vida é mais impessoal nestes locais.

Este artigo pretende iniciar uma reflexão sobre a influência do período eleitoral no comportamento de autoridades e políticos locais. O texto integral você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=2499 

O DIAGNÓSTICO SOCIAL COMO FERRAMENTA NA APROPRIAÇÃO DO CENÁRIO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

Há décadas vem sendo consolidada a necessidade de apropriação da realidade como cenário na definição das Políticas
Sociais a serem implementadas.

Cada município precisa conhecer seu “pedaço”  para propor Políticas condizentes com a necessidade da sua “gente”.

Diferentemente, do que ocorria na década de 1990, nos dias de hoje, pode-se obter muitas informações que foram construídas pelo governo federal e se encontram disponibilizadas via internet. Mas, este é apenas o primeiro passo de um processo mais amplo que implica em ouvir a população local para que se possa identificar as melhores opções a serem implementadas pelas diversas políticas sociais.

Além dos dados físicos (demografia, perfil econômico, infraestrutura urbana) e da análise da ação das Políticas que vem sendo implementadas, há que se considerar a população alvo das ações: suas características, fragilidades e potencialidades,  suas necessidades e sonhos e isto implica num processo de escuta qualificada.

Uma primeira decisão a ser tomada é relativa à  amplitude  deste diagnóstico: não pode ser tão amplo que dificulte manter a objetividade necessária à construção do cenário e nem muito restrito que deixe de considerar aspectos necessários à formulação das políticas.

Ainda que nosso foco principal sejam as políticas sociais, é necessária uma aproximação da realidade socioeconômica que permita pensar em interfaces e em ações conjuntas.

Estes indicadores permitem conhecer um aspecto da realidade e, na construção do cenário para a Política Social eles devem fornecer dados socioeconômicos, da situação de saúde, habitação, educação, esporte, cultura e lazer, além da assistência social.

O texto integral você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=2478

SUAS AÇÕES SÃO PLANEJADAS OU IMPROVISADAS? –

Seja qual for o tipo de trabalho que cada um de nós faz, ele requer quesitos e habilidades que precisam estar disponíveis, e ainda que inconscientemente, isso nos leva a planejar.

Algumas pessoas, no entanto, entendem que quando a gente planeja, a gente engessa nossas ações e que isso tira a espontaneidade e a felicidade que o “deixar a vida nos levar” parece prometer.

A construção de sonhos e a busca da realização de desejos pode ser simplesmente ficar na torcida para “ganhar na loteria” ou pensar em caminhos que viabilizem aquilo que almejamos.

Tem um jornalista português, já falecido, que eu admirava muito e que em um de seus livros dizia:

“Na vida da gente há sempre um grande sonho, um patrão e uma mulher. O sonho morre ao amanhecer de todos os dias, asfixiado por uma realidade medíocre, em que não existe independência nem liberdade, nem gênio nem poder. Ao luar do sonho, somos o chefe da tribo. Ao sol da realidade, viramos simples índio sem colar de ossos nem capacete de penas.   É véspera dentro de nós. Ao por do sol de cada dia, pensamos que ‘talvez amanhã’.”[1]

Tanto em termos pessoais como profissionais, precisamos construir pontes que nos permitam ir da realidade em que estamos para o futuro que queremos, e isto é planejar.

Uma reflexão sobre isso você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=2365 

METODOLOGIA  DIAGNÓSTICA PARA MUNICÍPIOS – O ponto de partida para a implementação de qualquer proposta de Política Pública em um determinado local é, sem dúvida a caracterização do Município, que permite conhecer o cenário no qual as ações serão planejadas e executadas. Muitas informações estão disponibilizadas na internet e o primeiro momento deve ser uma pesquisa documental: utilizando informações disponibilizadas online deve-se completar com dados fornecidos por atores governamentais e não governamentais que atuam ou atuaram naquele local.

O texto integral você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=92.

PLANEJANDO A POLÍTICA PARA PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – Planejar é uma das tarefas da gestão e da administração e significa criar um plano para aumentar a racionalidade e a eficácia nas ações. O primeiro passo, preparatório para qualquer construção de plano, é o diagnóstico da situação a ser enfrentada. No caso da Política para Poprua, a ferramenta indicada é a elaboração de um levantamento de dados sobre a população em situação de rua em nível local – o censo poprua. Além do conhecimento da população a ser atendida, é importante conhecer as diretrizes para as ações ofertadas em nível local, seus fluxos e regras para acesso.  Um cuidado que potencializa o alcance desta política é uma análise dos gargalos no atendimento a esta população no que se refere às demais políticas setoriais. Uma reflexão sobre isso você encontra em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1983

REDES SOCIAIS COMO CENÁRIO DA POLÍTICA SOCIAL –  O trabalho em rede é aquele que tem por foco as interações vividas pelos indivíduos em seus espaços de comunicação, troca e/ou ajuda mútua. Na ótica que interessa às Políticas sociais, estes espaços emergem a partir de interesses compartilhados e/ou por situações vivenciadas (grupos ou localidades). Nos tempos atuais, a Gestão Pública vem reconhecendo a necessidade de descentralizar as atividades sem perder o controle e o sentido das ações implementadas. De um lado, temos a necessidade da gestão vertical que deve ser preocupação de cada política setorial, e de outro a necessidade da gestão horizontal já que os sujeitos destas políticas são os mesmos nas várias ações setoriais. Um dos maiores desafios é compatibilizar as diretrizes macro com as características de cada um destes territórios e isso somente pode ser feito se houver um trabalho em rede, envolvendo técnicos das diversas políticas (agentes públicos ou de ONGs) e dando voz à população à qual estas ações se destinam. Você encontra uma reflexão a respeito em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1934

O PAPEL DA PARTICIPAÇÃO NUM ESTADO DEMOCRÁTICO –  A Constituição Federal de 1988, desde seu preâmbulo, afirma o Brasil como “um estado democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos”. É através da participação na vida política do país que homens e mulheres transformam a realidade em que vivem e reafirmam-se como sujeitos de direitos. As pessoas podem iniciar a sua participação em diversas instâncias – na família, na sua rua, no seu bairro, na sua cidade, no país. Neste “despertar” discutem suas demandas na empresa, na escola, no acesso a serviços públicos e, muitas vezes, organizam-se em associações civil, culturais, políticas e econômicas. Ainda que o mais próximo do cidadão seja a ação pessoal, muitas vezes esta acontece a partir da “provocação”  de um grupo que “levanta uma bandeira”  e convida a “comprar a briga”. Muitas pessoas tem uma dificuldade inicial em superar a resignação e o medo, mas pouco a pouco o convite para exercer a cidadania trás as pessoas para o centro das discussões. Ainda que nomeadas de participação, várias são as nuances de envolvimento das pessoas com aquela situação. Vamos refletir sobre isso?  Veja http://mmaconsultoria.com/?page_id=1813

PARA DEFINIR UMA GESTÃO PARTICIPATIVA NUM PROJETO VOLTADO PARA PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA – A partir da orientação impressa pela Política Nacional para Pessoas em Situação de rua, uma grande maioria dos programas/projetos voltados para este segmento ganhou uma complexidade que aponta para a necessidade de refletirmos sobre sua gestão. Mais do que um simples gerenciamento administrativo, o que estamos nomeando de gestão implica numa ação maior, que inclui o gerenciamento eficaz, tendo como finalidade o bem estar das pessoas e entendendo que este resultado somente será alcançado se conseguirmos manter a sinergia entre as ações do Projeto, e as ações de outros projetos. Desde o início deste milênio, mudanças de paradigmas vem sendo propostas no que se refere a modelos de gestão. Em 1993, foi elaborado o Relatório Gore que propõe um novo modelo de gerência pública, sugerindo que este  “…governo que coloque os usuários em primeiro lugar” mediante a criação de um claro sentido de missão, empunhando o leme mais do que os remos, delegando autoridade, substituindo normas e regulamentações por incentivos, formulando orçamentos baseados em resultados, expondo as operações do governo à concorrência, procurando soluções de mercado mais do que soluções administrativas e, quando isso não for possível, medindo o sucesso das ações de governo em termos de satisfação do usuário” (Gore, 1993:7). Um aspecto que precisa ser refletido com as equipes de gestão é esta nova leitura que propõe que empunhemos o leme mais do que os remos, ou seja, que os profissionais mais orientem do que decidam o que deve ser feito pelos usuários.  Quando se trata de Projetos envolvendo pessoas em situação de rua esta exigência é ainda mais premente. Veja uma Reflexão em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1320

A BUSCA DA FELICIDADE COMO ÍNDICE SOCIAL – No momento em que vem sendo desenvolvidos estudos para criar um Índice de Felicidade Interna Bruta no Brasil, estamos nos propondo a refletir um pouco sobre diversas análises que apontam o Carnaval como a maneira contemporânea de vivermos a nossa versão de “pão e circo”.

No mundo todo, festeja-se o carnaval que foi trazido até nós pelos portugueses. Brincar, jogando perfume – saudades dos “lança-perfumes” – e fazendo todo tipo de folias.

Pouco a pouco, foi sendo criada uma indústria do Carnaval que começa no ano anterior e leva o ano inteiro definindo adereços, fantasias, alegorias e escolhendo músicas-tema.  Muitas pessoas, divertem-se nas quadras das escolas e assistindo aos ensaios técnicos, que preparam o “maior show da terra”.

Trevo e bonecos gigantes em Olinda e Recife, trios elétricos em Salvador, marchinhas e blocos em Minas Gerais, desfiles de escolas de samba em São Paulo e Rio dão o tom desta festa.

Muito se diz, como se fosse uma brincadeira, que o ano só começa depois do Carnaval. E em 2014, ainda por cima, é ano de Copa e com isso haverá momentos dedicados aos jogos. Será que carnaval e futebol funcionam como ópio do povo?

Como fica o cotidiano das pessoas que, apesar de curtirem carnaval, futebol, etc., tem dificuldades em encontrar a felicidade concreta?

Sexta economia no que se refere ao Produto Interno Bruto mundial, o Brasil é apontado como 25º no ranking de felicidade que é composto por 33 indicadores e busca o equilíbrio em nove macro áreas.

Um grupo de pesquisadores da FGV – Fundação Getúlio Vargas de São Paulo iniciou estudos visando a construção de um Índice de Felicidade Interna Bruta adequado à realidade brasileira.

Entendemos que a busca da felicidade deveria estar baseada num desenvolvimento socioeconômico sustentável que respeite os desejos e as necessidades dos seres que ali habitam, a garantia de valores culturais, neles incluídas festas como Carnaval e momentos como as Copas, e uma boa governança de modo a termos políticas que respondam àquilo que a sociedade espera.

O que seria necessário para a felicidade de todos? Que condições deveriam estar garantidas para que as pessoas, de fato, encontrassem a felicidade. Vamos refletir sobre isso? Veja um começo de conversa em http://mmaconsultoria.com/?page_id=1415.

A ASSISTÊNCIA COMO GARANTIA DE DIREITOS – Para iniciar uma reflexão sobre a Assistência social enquanto garantia de direitos, é necessário voltarmos nossos olhos para a história dos direitos Humanos, sua origem, evolução e significado. Podemos afirmar, sem medo de errar que os Direitos Humanos nascem com o Homem. Ainda que as primeiras expressões do que hoje chamamos de Direitos Humanos possam ser encontradas na Antiguidade. A trajetória dos Direitos Humanos é bastante lenta, mas vem num crescendo.

Pensando-se na evolução dos Direitos como um processo  geracional, teremos numa primeira geração as lutas pelos direitos civis. A discussão ocorria em torno das liberdades individuais como o direito de ir e vir, o direito de propriedade, de ter segurança e de poder contar com a justiça. Estas liberdades incluíam a expressão da opinião, a crença e pugnavam em relação à garantia da integridade física. No advento da criação de uma nova classe, surge uma segunda  geração que se intitula de direitos sociais mas que está muito centralizada na reprodução da força de trabalho: direito ao salário, a férias anuais, a uma jornada diária de trabalho, à previdência, saúde, habitação e educação. É com a Revolução Francesa que se passa a considerar uma terceira geração de direitos centralizados no slogan liberdade, igualdade e solidariedade.

Encontra-se em curso a construção de uma  quarta  geração  apontando  direitos culturais incluindo-se aí liberdades no que se refere aos costumes dos povos, à orientação sexual e outras.Mas é só a partir da CF-88, que a assistência social – incluída no âmbito da seguridade social como política social pública –  começa a transitar no campo dos direitos, da universalização dos acessos e da responsabilidade estatal. Esta reflexão está em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=926.

OBSERVATÓRIO SOCIAL – Muito se tem falado da necessidade e interação entre programas setoriais com foco no território. Afinal, a mesma família que é público alvo da saúde, é da assistência, da educação e outras mais. Para que as políticas municipais, estaduais e federal aplicadas num determinado território levem em conta seu caráter multidimensional é necessária a efetivação do diálogo entre os beneficiários e os profissionais que atuam no território, sejam eles gestores ou operadores das políticas. Isso implica envolver neste processo tanto aqueles que tem poder de decisão sobre as políticas implementadas (gestores) quando os executores em seus vários níveis: diretores de departamentos municipais, coordenadores de ONGs conveniadas e operadores das ações junto à população. Este observar deve levar em conta as características do território que são a somatória do potencial existente e das demandas da sociedade. Uma das estratégias que pode ser implementada em municípios é o Observatório Social em nível municipal que visa o acompanhamento  da evolução dos fenômenos políticos e sociais que afetam a vida da população que reside e/ou trabalha no município, num determinado tempo.

Você pode encontrar uma reflexão a este respeito em http://mmaconsultoria.com/?page_id=853

SISTEMATIZAÇÃO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO: SERÁ QUE É TUDO A MESMA COISA ? A sistematização é uma reflexão da experiência, mas nem toda reflexão da experiência é uma sistematização. Alguns autores consideram sistematização a  reconstrução ordenada da experiência; outros a entendem como um  processo produtor de conhecimento; outros ainda como o conceitualizar a prática para dar coerência a seus elementos; sendo sempre referida ao processo participativo, principalmente nas experiências de educação popular. Monitorar é observar alguém ou alguma coisa, acompanhando seu desenvolvimento, vigiando atentamente e aconselhando. Diferentemente do avaliar, cujo peso maior é dar valor a alguém ou alguma coisa – monitorar está mais referido a processos, analisando-os a partir de uma determinada concepção definida na origem da ação em observação. A diferença básica entre avaliar e monitorar está na continuidade da ação de monitoramento. O texto que  se propõe a refletir sobre estas questões encontra-se em http://mmaconsultoria.com/?page_id=816

A BUSCA DE FINANCIAMENTO E PATROCÍNIO PARA PROJETOS SOCIAIS – A realização das ações, sendo elas sociais ou não, implica em dois movimentos.  De um lado a definição do onde queremos chegar, ou seja, qual nosso objetivo maior,  o planejamento das ações e a identificação de parceiros e a busca de dinheiro para permitir que alcancemos a nossa utopia. A partir daí, devemos elaborar a proposta, e por fim a busca de patrocínios ou financiamentos, fruto da reflexão que você encontra em  http://mmaconsultoria.com/?page_id=801

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS – A busca de financiamento/patrocínio, a prestação de contas e a necessidade de visibilidade das ações que são desenvolvidas, muitas vezes passam pela apresentação organizada de objetivos, metodologia e justificativa, evidentemente colocadas ao lado das atividades propostas. Este texto busca refletir sobre a elaboração de projetos sociais. O que são projetos sociais e aonde queremos chegar com eles? Como se depura um objetivo e se analisa sua viabilidade? Quem são os destinatários, os métodos, metodologia e atividades desta proposta. Uma proposta de Plano de Ação prepara o monitoramento futuro e a avaliação das ações. O texto integral está em http://mmaconsultoria.com/?page_id=777.

POSTURA PROFISSIONAL, VÍNCULO COM USUÁRIOS E VIOLAÇÃO DE DIREITOS – Dentre as Seguranças a serem afiançadas pela Política Nacional de Assistência Social, destaca-se o convívio ou vivência familiar , comunitária e social . Segundo a NOB-SUAS (item III, artigo 4º.), para afiançar esta segurança são necessárias a “oferta pública de rede continuada de serviços que garantam oportunidades e ação profissional para a construção, restauração e o fortalecimento de laços de pertencimento, de natureza geracional, intergeracional, familiar, de vizinhança e interesses comuns e societários”, além do “exercício capacitador e qualificador de vínculos sociais e de projetos pessoais e sociais de vida em sociedade”.

A reflexão que este texto propõe refere-se à ação profissional voltada para o fortalecimento destes vínculos familiares e comunitários, em especial nas situações identificadas como de violação de direitos no contexto familiar e na sociedade. O texto completo você pode ler em http://mmaconsultoria.com/?p=761

A ATUAÇÃO EM REDE E SEUS CÓDIGOS – Muito se tem falado de ações em Rede e da necessidade de se pensar a atuação das Políticas Públicas a partir delas, entendendo que um dos pressupostos é a integração das ações de uma determinada política em diálogo com outras políticas, entendidas aqui como interfaces. Quando este diálogo acontece em bases territoriais o impacto pode ser ainda maior na medida em que a apropriação do cenário possibilita cruzar dados físicos com a expressão de desejos e necessidades dos moradores daquele local. Este dialogar pressupõe a análise dos fluxos mais racionais entre as ações que são realizadas e cujo entendimento é de complementaridade, exigindo um repensar das dinâmicas internas de cada serviço. Você está convidado a refletir sobre isso a partir do texto que está no http:mmaconsultoria.com/?p=748

OLHAR, PERCEBER E ANALISAR AS MUDANÇAS QUE OCORREM NO COTIDIANO PARA DIRECIONAR AS AÇÕES POLÍTICAS – Democracia pressupõe diálogo permanente dos governos com a sociedade civil, orientando a ação pública. Este monitoramento é papel da sociedade civil organizada e de cada cidadão. Veja uma reflexão sobre as estratégias de medição e os papéis de cada segmento em http://mmaconsultoria.com/?p=719

A APROPRIAÇÃO DO TERRITÓRIO COMO PONTO DE PARTIDA PARA A AÇÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL LOCAL –  Em janeiro de 2013, muitos municípios brasileiros terão mudanças em suas políticas e é importante refletir como deve se comportar a Assistência Social neste contexto.  Como a MMA Consultoria assessora municípios na construção de seus Sumários de Dados, fizemos uma reflexão sobre este processo de apropriação do território, passo fundamental para a implementação de uma política  que tenha a ver com a população que ali convive. Você pode acessar o texto em http://mmaconsultoria.com/?p=701

GESTÃO INTEGRADA NAS POLÍTICAS SOCIAIS: O QUÊ ? POR QUÊ? COMO ? Em 22 de agosto de 2012, postei no web artigos mais um artigo, desta vez estou refletindo sobre a integração das políticas sociais e as formas de gestão nesta ação articulada. O que é isso?  Por que isso é  significativo? e Como isso pode ser feito. Aguardo seus comentários. O texto pode ser encontrado em  http://mmaconsultoria.com/?p=644

UMA ESTRATÉGIA NA CONSTRUÇÃO DE DIREITOS DOS EXCLUÍDOS – Esta reflexão não é relato de uma experiência singular, mas coteja duas experiências cuja interface está em serem políticas sociais voltadas para a emancipação e autonomia das pessoas em situação de exclusão organizadas de uma forma que indica a conveniência de um gerenciamento matricial. Você encontra o texto integral em http://mmaconsultoria.com/?page_id=95

REFLETINDO SOBRE UMA POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL – Este texto foi elaborado para apresentação numa atividade da ABDL – Associação Brasileira de Desenvolvimento de Lideranças, ocorrida em janeiro de 2002. No material divulgado no site da ABDL (http://www.abdl.org.br)  há mais algumas informações sobre as áreas piloto nas quais esta experiência de Santo André foi implementada.  Você também encontra este texto em http://mmaconsultoria.com/?page_id=129


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